Os 3 mantras da Smart City
“Todos os protagonistas na gestão inteligente das cidades do século XXI em #GreencitiesMLG” Com este lema, recebe-se o visitante que decidiu espreitar o principal Fórum de Cidades Inteligentes ...

“Todos os protagonistas na gestão inteligente das cidades do século XXI em #GreencitiesMLG”
Com este lema, recebe-se o visitante que decidiu espreitar o principal Fórum de Cidades Inteligentes que se realiza no sul da Europa e do qual nos orgulhamos de fazer parte como expositores. Aqui apresentamos a nossa plataforma Smart City de gestão horizontal, aberta e em tempo real, adaptável, além disso, às infraestruturas já existentes da cidade.
A organização acertou no mix equilibrado de oferecer conhecimento através das suas mais de 50 mesas redondas e o networking que se gera entre visitantes e expositores.
Os fóruns organizam-se em quatro cenários que, de maneira paralela, abordam questões de atualidade e tendências de futuro no âmbito das cidades do futuro:
- Tecnologia
- Eficiência energética
- Mobilidade
- Gestão sustentável de recursos
A cidade inteligente não é apenas tecnologia, é um novo rumo para os gestores e planificadores da cidade que permitam melhorar a qualidade de vida dos seus cidadãos.

Os 3 mantras
No entanto, tal como noutros fóruns e congressos a que assistimos, há pelo menos 3 questões que se vão repetindo como um mantra:
1. Colaboração público-privada
De novo, a colaboração dual gestor-cidadão e gestor-fornecedor de serviços aparece nos debates como desafios a superar para garantir o sucesso da implementação de soluções Smart de maneira sustentável.

Neste ponto, destacamos o potencial da compra pública inovadora que surgiu em vários debates. A inovação na cidade inteligente passa por desenhar serviços em colaboração com o setor privado. E esta colaboração não tem por que significar imediatamente a privatização da gestão de serviços, tem de supor um novo marco de colaboração entre o público e o privado para inovar em novos serviços. Para isso, é necessário um corpo de funcionários corajosos que apostem em colaborações transversais entre departamentos e empresas privadas dispostas a renunciar a velhos clichés de gestão de concessões de serviços.
A tendência para cidades inteligentes requer novos marcos jurídicos contratuais que facilitem o codesign e a inovação entre o setor público e privado. Isso sim, também são necessários novos modelos de negócio para soluções Smart que facilitem e tornem viável e factível esta relação público-privada. Há caminho para percorrer juntos.
Estes são alguns dos nossos tweets:
“É fundamental o compromisso público-privado para o desenvolvimento da Smart City” @cesarmiralles #GreencitiesMLG @forogreencities — CreatingSmartCities (@logiteksmart) outubro 2, 2014
2. A necessidade de uma plataforma horizontal
Este também é um velho conhecido de entre os temas estrela que se tratam sempre em todos os encontros, feiras… A necessidade de implantar uma plataforma horizontal aberta, que se possa conectar a qualquer infraestrutura presente e futura da cidade, seja do fabricante que for e capaz de gerir em tempo real todos os recursos. Já sabem, a busca da eficiência, a poupança e a melhoria dos serviços graças a todos esses dados concentrados num só ponto e em tempo real.
Os que nos seguem, já sabem que essa plataforma está disponível para todas as cidades interessadas. E para os que não nos seguem, poderão sempre encontrar-nos onde quer que se fale de Smart Cities ou nesta, a nossa web.
Estes são alguns dos tweets que publicámos durante as mesas de debate:
Recolha de dados em tempo real, plataforma única… falam de nós! @cesarmiralles Esperamos por si no nosso corner em #GreencitiesMLG — CreatingSmartCities (@logiteksmart) outubro 2, 2014
É necessário apostar na transversalidade para se transformar numa cidade inteligente. #GreencitiesMLG @forogreencities — CreatingSmartCities (@logiteksmart) outubro 2, 2014
“É preciso dinamitar as estruturas organizativas. Não aos silos.” Pedro Bruna, de @AccentureSpain #GreencitiesMLG @forogreencities — CreatingSmartCities (@logiteksmart) outubro 2, 2014
“O dado é uma fonte de riqueza natural”, @ElisaGarijo Gostamos desta frase! #GreencitiesMLG @forogreencities — CreatingSmartCities (@logiteksmart) outubro 2, 2014
3. O envolvimento do cidadão na Smart City
Muito se fala do envolvimento do cidadão na Cidade Inteligente, também o temos feito nós.
O cidadão realmente está à frente dos gestores públicos, é muito mais ágil, adota as novas possibilidades que a tecnologia oferece de uma maneira natural e fá-lo, claro, a nível particular.
O desafio dos gestores é como transmitir ao cidadão a ideia de Smart City sem cair em tópicos futuristas equivocados e recuperando a credibilidade dos políticos que têm de transmitir essa mensagem.
As empresas estão preparadas, os cidadãos também. Estará a administração?
Aqui pode ler alguns dos tweets que publicámos em relação a este tema:
“Conhecer as necessidades dos cidadãos através da pegada social digital para tomar decisões” @ElisaGarijo #GreencitiesMLG @forogreencities — CreatingSmartCities (@logiteksmart) outubro 2, 2014
“A cidade como sistema de sistemas centrados no cidadão” @ElisaGarijo #GreencitiesMLG @forogreencities — CreatingSmartCities (@logiteksmart) outubro 2, 2014
O maior desafio das câmaras municipais é conectar-se digitalmente com o cidadão. O cidadão já é digital. #GreencitiesMLG @forogreencities
— CreatingSmartCities (@logiteksmart) outubro 2, 2014
Que soluções se puderam encontrar entre os expositores?

A oferta de expositores também cobre as principais áreas de inovação para a gestão e melhoria dos serviços da cidade. O visitante poderá encontrar múltiplas soluções Smart: novas opções de eficiência energética para a cidade, apps para interagir com o cidadão, soluções de mobilidade sustentável, soluções TIC para uma gestão integral de serviços públicos…

De novo, a solução “Creating Smart Cities” está a despertar interesse entre os visitantes da Feira. A solução de plataforma de cidade que oferecemos complementa perfeitamente muitas das soluções Smart que se podem visitar.

Este ponto retomá-lo-emos num novo post.





