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Resumo da Jornada LIALC Santander

O Palácio de la Magdalena de Santander foi o local escolhido para a celebração do "Living in a Living City". Deixamos um link com o mais importante

 

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Não é por acaso que Santander acolhe a primeira sessão do “Fórum Internacional da Smart City Humana”. Uma cidade pioneira e reconhecida por muitos como uma referência no mundo das Smart Cities, ali, concretamente no Palácio de la Magdalena, teve lugar no passado dia 21 de janeiro a jornada “Living in a living City” e concentrou durante todo o dia a atenção de todo o setor. Deixamos aqui um resumo com o mais importante:

Carlos Moreno, Presidente do Comité Científico do Fórum “Live in a Living City”:
“São muito importantes as redes de conhecimento e a excelência humana para a inovação urbana.”

Carlo Ratti, Diretor do “Sensitive City Lab” do MIT em Boston: “Estamos perante uma grande oportunidade. Pela primeira vez, as cidades apresentam-se como a origem das inovações e da geração de oportunidades”.

Iñigo De la Serna, Presidente da Câmara de Santander: “Uma cidade smart deve ser capaz de reagir, aprender e prever o que vai acontecer”.

Aníbal Gaviria, Presidente da Câmara de Medellín: “O desafio de Medellín, antes de mais, estava em como estabelecer-se como uma cidade orientada para a vida a partir da equidade”. “Investir 40% do orçamento em educação tem sido a melhor forma de crescer. A chave está na política educativa”.

Francisco Jódar, Presidente da Câmara de Lorca: “A APP SGE2 permitiu melhorar a reatividade face às inundações de 2012”. “A regulamentação jurídica não está alinhada com a resiliência”. “De pouco serve ter edifícios inteligentes se o contexto não o for.”

Pilar Conesa, Diretora do Smart City World Congress: “Na LATAm, são acrescentados desafios adicionais: como gerir o crescimento e a equidade”

Pablo Sánchez Chillón, Consultor Estratégico em Planeamento Urbano: “É importante distinguir entre “Cidadão Píxel” e “Cidadão Participativo”

Carmen Santana, arquiteta e cofundadora da Archikubik: “As intervenções arquitetónicas devem ser mais flexíveis e adaptáveis. Pensá-las de forma mais estratégica e mais prática, capazes de se adaptar a contextos em mudança.”