Select Page

Smart City Expo World Congress 2015: O nosso resumo

Quando já se estabeleceram as bases, os conceitos e os códigos de comunicação para inter-relacionar-se no mundo das smart cities. Quando a governação, o posicionamento do cidadão no centro da q...

resumo SCEW 15

Quando já se estabeleceram as bases, os conceitos e os códigos de comunicação para inter-relacionar-se no mundo das smart cities. Quando a governação, o posicionamento do cidadão no centro da questão, a parceria entre o público e o privado, o fluxo de ideias de baixo para cima, etc, etc… são conceitos assimilados por qualquer pessoa que se aproxime deste setor tão necessário como aparente e atrativo….O que nos resta? Qual é o percurso que ainda falta fazer para chegar à terra/cidade prometida? Chegaremos algum dia?

Bem, depois de três dias a gastar sola pelo recinto da feira e a prestar atenção em algumas palestras do congresso, vemos por um lado que cada vez há mais cidades e países que não querem perder este comboio. Para além das conhecidas potências ocidentais ou asiáticas, ou das grandes multinacionais, é interessante ver pequenos países como a Finlândia ou a Estónia com deslumbrantes stands carregados de oferta tecnológica ou de muitas pequenas empresas que vão fazendo com que o setor seja cada vez mais “democrático”, flexível e dinâmico.

resumo SCEW 2015

Quanto ao congresso, percebe-se (perdão pelo tom crítico) uma certa tendência para integrar quantos mais oradores melhor, para priorizar a quantidade sobre a qualidade, com isto não queremos de todo dizer que os participantes não estão à altura, mas sim que não se tem tempo suficiente para aprofundar muito, com apresentações de 10′ é difícil falar para além de generalidades, ou de apontar casos específicos que se intui serem interessantes, mas nos quais não se passa da superfície. Talvez fosse interessante dar mais peso aos tracks tecnológicos do que a outros nos quais se colocam debates recorrentes. Afinal de contas, a tecnologia é o motor que impulsionou todo este “mundo smart”.

Outro apontamento destacável, o Big Data, continua a ser um desafio para todos os que se confrontam com ele, ouvimos da boca de muitos oradores as dificuldades que ainda se colocam na hora de organizar, discriminar, analisar e otimizar os dados para resolver problemas concretos. Para não falar das questões da privacidade e uso indevido dos dados. Tempo ao tempo.

Por nossa parte, desde o nosso stand Creating Smart Cities, a marca especializada em soluções para Cidades Inteligentes da Logitek, temos perseverado no caminho empreendido, partilhando este ano toda uma série de casos de sucesso já implementados em smart cities e infraestruturas. Através dos três ecrãs do stand, pudemos explicar e detalhar o processo de trabalho em casos de sucesso como a Gestão de rega em Parques e Jardins de Barcelona, Gestão de túneis de Yas Island no Dubai, a Gestão integral de serviços e infraestruturas à escala de bairro em Eco-cidade Valdespartera – Saragoça ou a Gestão de infraestruturas de aeroportos para a AENA no aeroporto de Barcelona.

Valorizamos muito o interesse de todos os que se aproximaram do nosso stand, e reforça a nossa ideia de oferecer uma solução global e tangível que dê resposta às necessidades reais de empresas e/ou instituições públicas, nas áreas de Água, Energia, Mobilidade, Building e Resíduos. A Smart Management Infrastructure Platform, como única solução que se adapta às instalações existentes e consegue centralizar o controlo de todos os sistemas, permitindo uma gestão da informação em tempo real sobre uma plataforma de cidade, tem muito caminho para percorrer e esperamos no próximo ano voltar a ela na SCEWC16 para contar novos casos de sucesso.