Embalagem:
Novas tecnologias, melhores formas de produzir
Obtenha uma melhoria contínua do processo de fabrico com a evolução digital
Se um dos desafios mais sonantes na indústria do packaging é a sustentabilidade e o uso respeitoso de materiais (à frente do que é bonito, prevalece o reciclável), além de uma maior eficiência energética e produtividade, como é possível que em muitas fábricas hoje em dia a digitalização continue a ser coisa de outros?
O cálculo do OEE (Overall Equipment Effectiveness), uma das métricas mais utilizadas para a otimização dos processos de fabrico, é fundamental para avaliar e melhorar a eficiência de uma fábrica de produção, mas não devemos limitar-nos apenas a isto. Existem outras variáveis que podem ser um obstáculo significativo para a produção e que não ficam resolvidas com esta métrica.
Mais além do OEE: digitalização e analítica avançada
Os procedimentos manuais e o excesso de papelada podem dar origem a ineficiências que afetam o rendimento geral. Por este motivo, apesar de ser uma ferramenta crucial, as empresas devem complementar o OEE com a digitalização de processos e o uso de um MES/MOM moderno que vá mais além.

A digitalização, além de reduzir erros e tempos mortos, contribui para a sustentabilidade geral da empresa. Diminuindo o uso do papel, sim, mas também permitindo a implementação de analítica avançada para otimizar a produção, melhorar a qualidade e reduzir o consumo energético.
Os novos sistemas MES/MOM, ao contrário dos tradicionais, oferecem uma foto completa de toda a fábrica, com dados como o uso de mão de obra, lotes, consumos, inventários, qualidade, turnos e energia consumida, entre outros que, postos em contexto, nos permitem ir um passo mais além, não nos limitarmos e tirar o máximo partido do nosso fabrico a partir da IA.
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